sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Bancos fecham no carnaval

Hoje (28) é o último dia de funcionamento normal das agências bancárias. Em função do feriado de carnaval, os bancos estarão fechados segunda e terça-feira, dias 3 e 4. O atendimento ao público será retomado somente na Quarta-Feira de Cinzas (5), a partir das 12h.
As contas de consumo, como água, energia e telefone, e carnês com vencimento neste período poderão ser pagos no primeiro dia útil após o feriado, sem acréscimo. A população ainda pode utilizar os meios alternativos de atendimento, como caixas eletrônicos, Internet Banking, Mobile Banking e banco por telefone. Normalmente, os tributos já vêm com datas ajustadas ao calendário de feriados. Os clientes também podem agendar nos bancos os pagamentos das contas de consumo ou pagá-las (as que têm código de barras) nos próprios caixas automáticos, ou em correspondentes bancários.

Indenizações por acidentes de trânsito no carnaval aumentaram 116%

As indenizações pagas pelo Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (Dpvat) devido a acidentes ocorridos na época do carnaval aumentaram 116%, de 2009 a 2013, de acordo com a Seguradora Líder, administradora do Dpvat.
No ano passado, as indenizações decorrentes de acidentes no carnaval chegaram a 3.793, contra 1.617, em 2009. Os casos envolvendo motocicletas cresceram 163%. As motos representam 71% das indenizações, embora sejam apenas 27% da frota nacional.

TSE proíbe as ligações de telemarketing com gravações de campanha dos candidatos


Nenhum político do Estado não vai poder repetir este ano a estratégia que utilizou nas campanhas passadas para se comunicar diretamente com os eleitores nas suas casas através de ligações com mensagens gravadas para telefones.
Os membros do TSE aprovaram ontem á noite regras com validade já para 2014, na qual determinam que ficam proibidas as ligações de telemarketing com gravações de campanha dos candidatos. O argumento de Toffoli é que muitas ligações ocorrem tarde da noite ou mesmo de madrugada e representam muitas vezes um inconveniente para o eleitor.

Pensando bem...

POIS, É...

Por mais que eu tente, por mais que eu queira, por mais que eu me dedique, nunca irei conseguir agradar a todos. (Cícero)

Debate sobre o fim da reeleição para chefes do Poder Executivo

O debate sobre o fim da reeleição para chefes do Poder Executivo foi retomado ontem, durante reunião da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). A motivação foi a proposta de Ana Amélia (PP-RS) que determina o afastamento do presidente da República, governador e prefeito que decidirem disputar um novo mandato no cargo. A matéria (PEC 48/2012) foi aprovada, mas com os votos contrários de Eduardo Suplicy (PT-SP), Gleisi Hoffmann (PT-PR), Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), José Pimentel (PT-CE) e Romero Jucá (PMDB-RR).

A decepção é de todos brasileiros


O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, vencido pela maioria da Corte que absolveu o ex-ministro José Dirceu & turma no crime de formação de quadrilha, desabafou:

“Esta é uma tarde triste para o Supremo Tribunal Federal, porque, com argumentos pífios,  foi reformada, foi jogada por terra, extirpada do mundo jurídico, uma decisão plenária sólida, extremamente bem fundamentada, que foi aquela tomada por este plenário no segundo semestre de 2012.”

Essa decepção também é de todos os brasileiros honestos.

A Agência Brasil fez reportagem da decisão do STF:

No início da tarde deste quinta-feira (27), por 6 votos a 5, o Supremo absolveu oito condenados por formação de quadrilha. De acordo com o entendimento da maioria, os réus ligados aos núcleos financeiro e político não formaram uma quadrilha para cometer crimes. Os votos pela absolvição foram proferidos pelos ministros Luís Roberto Barroso, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Cármen Lúcia e Rosa Weber. Pela condenação, votaram Luiz Fux, Gilmar Mendes, Marco Aurélio, Celso de Mello e Joaquim Barbosa.

Segundo o presidente do Tribunal, a atuação dos condenados em uma quadrilha ficou comprovada, porque a “estrutura delituosa estava em funcionamento” durante o período em que os crimes correram. A estrutura, segundo ele, era operada pelas empresas do publicitário Marcos Valério e pelos condenados ligados ao PT, como o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu e o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares. “Como não dizer que toda essa trama não constitui quadrilha? Se não fosse a delação feita por um dos corrompidos [ex-deputado Roberto Jefferson] , muitos outros delitos continuariam a ser praticados”, disse.

Com a decisão da maioria dos ministros, as penas atuais ficam mantidas porque as condenações por formação de quadrilha não foram confirmadas. Os réus aguardavam o julgamento dos recursos. O ex-ministro da Casa Civil José Dirceu vai continuar com pena de sete anos e onze meses de prisão em regime semiaberto; o ex-deputado José Genoino, com quatro anos e oito meses, e o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, seis anos e oito meses.

O publicitário Marcos Valério foi condenado a 40 anos. Ramon Hollerbach e Cristiano Paz, ex-sócios dele, cumprem mais de 25 anos em regime fechado. Todos estão presos desde novembro do ano passado, devido às penas para as quais não cabem mais recursos, como peculato, corrupção, evasão de divisas.

A sessão de ontem foi iniciada com o voto do ministro Teori Zavascki, que também absolveu os oito réus. Com o voto do ministro, o placar a favor do provimento dos embargos ficou em 5 a 1. Zavascki argumentou que as penas no crime de quadrilha foi “exacerbada” e sem a devida fundamentação jurídica.

O placar favorável aos condenados foi formado com o voto da ministra Rosa Weber, que reafirmou a posição na definição das penas, em 2012. A ministra reiterou que as provas não demonstraram um vínculo associativo entre os condenados de forma estável, fato de caracteriza uma quadrilha. Segundo ela, é necessário que a união dos integrantes seja feita especificamente para a prática de crimes. “Continuo convencida de que não se configurou o crime de quadrilha”, disse a ministra.

Em seguida, Gilmar Mendes acompanhou Luiz Fux e defendeu a condenação dos acusados. Marco Aurélio acatou em parte os embargos. O ministro considerou que houve o crime de quadrilha, pois “houve permanência e estabilidade na prática, e houve acima de tudo entrosamento” na prática criminosa. Mas, em seu voto, ele discordou da dosimetria da pena dada aos condenados. O ministro votou pela diminuição da pena, conforme votou nos embargos de declaração.

Antes de finalizar o voto, Marco Aurélio fez críticas ao novo entendimento firmado pelo Tribunal. “A maioria está formada. O Supremo de ontem assentou a condenação, e o fez por 6 a 4, e o de hoje muda a lógica e, com a devida vênia, inverte este placar”, disse.

Para o ministro, o resultado dos embargos, não levou em consideração as provas do julgamento. “O nosso pronunciamento se fez a partir da prova. E da prova, a meu ver, contundente, quanto à existência, não de uma simples coautoria, mas quanto à existência do crime previsto no artigo 288 do Código Penal.”

Em seguida, Celso de Mello votou contra os embargos e salientou que a decisão do STF de condenar pelo crime foi “corretíssima”. O ministro lembrou que o crime dispensa, “como diz a jurisprudência, o exame aprofundado do grau de participação de cada um”. E que o vínculo da quadrilha ficou demonstrado por ter se projetado entre 2002 e 2005. “O reconhecimento desse cenário põe em evidência, de forma clara, a ofensa que esses condenados cometeram contra a paz pública”, observou.


Quem realmente nos protege quando o assunto é Direito do Consumidor?


Em tese, seria o PROCON, a Justiça Comum e as agências reguladoras, mas e na prática?
É corriqueiro ouvirmos reclamações dos péssimos serviços prestados pelas empresas neste país. As pessoas que só reclamam e não agem são crucificadas, mas quem já tentou agir sentiu na pele a humilhação de ter tentado, mesmo quando consegue reverter o erro.
As operadoras de telefonia fazem seus clientes de gato e sapato. Você vai à uma loja de departamento, compra um produto defeituoso e tem de procurar a autorizada, sobretudo quando aquilo que foi comprado não pode ser testado na loja.
Os planos de saúde são outro péssimo exemplo. Os consultórios estão fazendo os clientes penarem em filas enormes, isso quando conseguem atendimento. É um SUS particular. Na antessala de um psicólogo aqui de Mossoró, uma moça esperava para ser atendida ontem, fazia quase 5 horas e olhe que depois dela tinha outras quatro pessoas.
Falando sobre o assunto com a promotora Ana Ximenes, ouvimos a resposta mais dura: “A saúde pública carrega nas costas o sistema privado”.
É verdade, porque tem empresa aqui que está mandando os pacientes para o Tarcísio Maia.
Para o advogado Lindocastro Nogueira, mestre em Direito Constitucional, a falta de alternativa para o consumidor que está à mercê da sorte afronta a própria Constituição de 1988. Para ele, nosso sistema econômico é capitalista e precisa de controle para proteger as partes mais fragilizadas, no caso, o consumidor.
Lindocastro afirma que o Procon deveria ter poder de polícia, e tem, mas nunca assumiu essa competência . “Deveria ser um órgão permanente efetivo do Estado, mas é gerido por cargos comissionados que sofrem influências políticas”, reclamou o advogado, acrescentando ainda que até as fiscalizações das agências reguladoras são insuficientes, muitas vezes, pelo mesmo motivo.
Dessa forma, como os órgãos que teriam essa competência direta não exercem a sua função em plenitude, isso acaba gerando muito lucro para as empresas que se beneficiam da ausência da lei e dos que “deixam pra lá”. Por outro lado, os que vão atrás sofrem com a perda de tempo e, quase nunca, conseguem de volta o que foi perdido.
Se as leis protegessem mesmo o consumidor, além de ter que ressarci-los, as empresas deveriam pagar uma multa pelo crime de desrespeito ao Código Nacional do Consumidor. Aqui fica pelo menos a esperança. JOSÉ DE PAIVA REBOUÇAS

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Rachel Sheherazade comenta absolvição de mensaleiros na acusação de formação de quadrilha



A jornalista Rachel Sheherazade teceu comentários críticos à decisão do STF que implicou a absolvição dos mensaleiros quanto à acusação de formação de quadrilha.


Ex-prefeito de Tangará da Serra tem bens bloqueados

Foi decretada nesta quarta-feira (26), a indisponibilidade de bens do ex-prefeito de Tangará da Serra, Júlio César Davoli Ladeia, e de mais sete pessoas . A decisão judicial atende ao pedido liminar efetuado pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso em ação civil pública por ato de improbidade administrativa que questiona a legalidade de dois contratos firmados entre o município e a Oscip - Centro Integrado e Apoio Profissional (CIAP).

Além do ex-prefeito, também tiveram os bens bloqueados: Ângela Joana Cesar Dedoja Louret, ex-secretária de Assistência Social; Mário Lemos de Almeida, ex-secretário de Saúde; Eriko Sandro Soares, Gustavo Porto Franco Piola, Dinocarme Aparecido Lima, Elzira Vergínia Mariani G. Martins e Vergínia Aparecida Mariani.

De acordo com a decisão, o montante de bens bloqueados pela Justiça varia de R$ 568, 4 mil a 2,7 milhões. Consta na ação do MPE, que os contratos foram efetivados entre os meses de agosto de 2008 a junho de 2009, com previsão de repasses no valor inicial global de R$ 2.244.618,48, além dos aditivos que resultaram no montante de R$ 314.008,94.

“Os acusados causaram dano ao erário e violaram princípios da administração pública, porque dispensaram indevidamente licitação para a contratação de pessoa jurídica que prestou serviços públicos que sequer necessitavam de intermediação por terceira pessoa, além de terem realizado, ilegalmente, aditivos contratuais sem justificativa que aumentaram as despesas do contrato sem o consequente aumento do serviço”, diz um trecho da ação do MPE.

Conforme o promotor de Justiça Renee do Ó Souza, o Centro Integrado e Apoio Profissional foi contratado pelo município de Tangará da Serra, sem a realização de licitação, para execução de projetos de ações compartilhadas da assistência social e para o desenvolvimento das ações do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

“Para firmar termo de parceria com Oscips, o poder público deve realizar licitação ou seleção, visando aferir a qualificação técnica, econômica e financeira da entidade, com a analise de aspectos pertinentes à experiência, credibilidade e capacidade técnica mínima exigível à consecução do termo de parceria”, destacou o promotor de Justiça.

“Á luz da Constituição Federal, não se pode conceber que organizações não-lucrativas, que venham a assumir a qualificação de OSCIP, estejam livremente autorizadas a receber considerável repasse de recursos públicos, sem a necessidade de se submeter a qualquer procedimento licitatório, especialmente nos casos em que exploram comum atividade econômica”, acrescentou.


Na ação, o representante do Ministério Público também apontou a falta de fiscalização por parte do poder público em relação aos serviços contratados, ausência de justificativa plausível para a contratação, existências de vários aditivos e realização de pagamentos não previstos em contrato. (Com assessoria)

Sindicato repudia humilhação de promotora de Justiça à jornalista grávida

Kalinka Meirelles

Walmir Santana
O Documento

O Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) juntamente com a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), repudiam suposta situação de humilhação e vexame, enfrentada pela jornalista que atua em Rondonópolis, Kalinka Meirelles, durante o exercício profissional.

De acordo com o sindicato, Kalynka pretendia acompanhar uma reunião na sede do Ministério Público em Rondonópolis, como assessora de imprensa do secretário municipal de Promoção Social, Mohamed Zaher, mas foi expulsa aos berros pela promotora Joana Maria Bortoni Ninis.

O fato teria ocorrido na terça-feira, 11 de fevereiro, na Promotoria de Justiça de Rondonópolis. À imprensa, a promotora Joana Maria Bortoni Ninis, titular da 1ª Promotoria Cível de Rondonópolis, negou que tenha gritado ou ofendido a jornalista Kalynka Meirelles. A promotora criticou a exposição de membros do Ministério Público e disse que segue a orientação da corregedoria ao atuar com discrição.

Confira a nota de repúdio na íntegra
A jornalista Kalynka Meirelles, que atua em Rondonópolis, denunciou ao Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) e à Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) que foi vítima de uma situação humilhante e vexatória, durante o exercício profissional.

Kalynka pretendia acompanhar uma reunião na sede do Ministério Público em Rondonópolis, como assessora de imprensa do secretário municipal de Promoção Social, Mohamed Zaher, mas foi expulsa aos berros pela promotora Joana Maria Bortoni Ninis.

A reunião era para tratar sobre políticas públicas em favor dos idosos.

Várias pessoas testemunharam a reação raivosa da promotora contra a jornalista que está grávida e chegou a passar mal.

O Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso e a Federação Nacional dos Jornalistas repudiam tal falta de respeito que fere o direito e o dever do profissional da imprensa de acompanhar, noticiar e refletir as dinâmicas da sociedade, servindo de olhos, ouvidos e voz da população. Para desempenhar tal papel, o jornalista deve ter acesso a todos os locais de interesse público, sem restrições e sem berros.

Haja óleo de peroba


O secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, reconheceu que o governo financiou o badernaço do MST que tentou invadir o Supremo Tribunal Federal e agrediu policiais militares. Ainda disse, com o rosto polido a óleo de peroba, que foi tudo “para o bem da sociedade”.

*Angela Maria, via facebook

Sistema prisional de Brasília virou festa com os mensaleiros presos

 Segundo o Ministério Público do Distrito Federal, o companheiro Delúbio Soares, condenado por ter sido o tesoureiro do esquema criminoso, está promovendo até feijoada, além de ter direito a outras regalias. O advogado dele faz defesa dizendo que o cliente consumiu apenas uma costelinha de porco.

Fiasco da economia


O crescimento de 2,3% da economia brasileira em 2013 ficou abaixo da estimativa feita pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) para a média mundial, que é de 3%.

Os dados foram fornecidos hoje (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Apesar disso, o crescimento da economia brasileira foi um dos mais altos entre os principais países.

O Brasil cresceu menos do que a China (7,7%) e a Coreia do Sul (2,8%), por exemplo, mas ficou acima de países como Estados Unidos (1,9%), Reino Unido (1,9%), África do Sul (1,9%), Japão (1,6%), México (1,1%), Alemanha (0,4%), França (0,3%) e Bélgica (0,2%).

Países como a Espanha e a Itália tiveram quedas no Produto Interno Bruto (PIB) em 2013, de 1,2% e 1,9%, respectivamente. A zona do euro caiu 0,4%.

Supremo deve retomar julgamento sobre “desaposentação”

Volta a ganhar força o debate sobre o direito de milhões de brasileiros à desaposentação, principalmente com a sinalização de que o julgamento entrará na pauta do Supremo Tribunal Federal (STF) até março.
A previsão foi passada recentemente pelo gabinete do ministro Luís Roberto Barroso, relator do processo. Após a liberação da matéria, cabe ao presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Joaquim Barbosa, definir a data para julgamento.
O STF reconheceu a existência da repercussão geral do assunto, o que significa que a decisão vai valer para todas as ações, em todas as instâncias do Judiciário. O universo de aposentados beneficiados é estimado em cerca de 500 mil pessoas.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Mensalão: Procuradoria pede manutenção de condenações por formação de quadrilha

No julgamento dos recursos do processo do mensalão, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, defendeu hoje (26) que as penas por formação de quadrilha sejam mantidas para o publicitário Marcos Valério e os ex-sócios dele, Ramon Hollerbach e Cristiano Paz, condenados na Ação Penal 470. Segundo Janot, as provas obtidas na denúncia comprovaram a associação de mais de duas pessoas para delinquir. De acordo com o procurador, laudos do Instituto Nacional de Criminalista confirmam a configuração do crime.

No entendimento de Janot, Valério e seus sócios cometeram crimes quando estavam à frente de suas agências de publicidade. “Houve uso da estrutura societária para a prática deliberada de ilícitos. Eles seriam responsáveis por disponibilizar a estrutura necessária para irrigar os objetos da empreitada”, afirmou.

Comissão do Senado aprova afastamento de presidente, governador e prefeito candidatos à reeleição

O debate sobre o fim da reeleição para chefes do Poder Executivo foi retomado, nesta quarta-feira (26), durante reunião da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). A motivação foi a proposta de emenda à Constituição (PEC 48/2012) da senadora Ana Amélia (PP-RS) que determina o afastamento do presidente da República, governador e prefeito que decidirem disputar um novo mandato no cargo.

A matéria acabou sendo aprovada com os votos contrários dos senadores Eduardo Suplicy (PT-SP), Gleisi Hoffmann (PT-PR), Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), José Pimentel (PT-CE) e Romero Jucá (PMDB-RR). “Esta é a medida mais urgente e necessária dentro da reforma política. É ética, moral e da maior relevância para o aprimoramento da democracia no país”, sustentou o relator, senador Luiz Henrique (PMDB-SC).

PT, PMDB e PSDB receberam mais de um bilhão de reais de empresas privadas.


A eventual proibição do financiamento empresarial ao mundo político, cuja votação deve ser concluída ainda neste ano pelo Supremo Tribunal Federal, afetará não apenas as campanhas eleitorais, mas a própria manutenção das máquinas partidárias.

PT, PMDB e PSDB, as três maiores legendas do País, receberam pelo menos R$ 1 bilhão de empresas entre os anos de 2009 e 2012, o que equivale a quase 2/3 de suas receitas, em média.

Quatro dos 11 ministros do STF já votaram pela proibição de doações de empresas a candidatos e partidos, no ano passado - o julgamento foi suspenso por um pedido de vista. Com mais dois votos na mesma linha, o Judiciário, na prática, forçará a realização de uma reforma política que provavelmente multiplicará a destinação de recursos públicos às legendas, para compensar a perda de seus principais financiadores.

O principal afetado pela eventual proibição será seu maior defensor: o PT é quem mais recebe recursos privados e deveu a essa fonte 71% de suas receitas nos quatro anos analisados pelo Estadão Dados. Recebeu R$ 550 milhões no período, enquanto, juntos, PMDB e PSDB receberam R$ 460 milhões.


O PT sempre teve boa relação com empresas. Uma delas, o Banco Rural, foi o grande financiador do Mensalão.

PR está fora do Mato Grosso Muito Mais

Sonia Fiori, repórter de A Gazeta

Deputado Zeca Viana
A participação do PR na reunião dos partidos da base governista, na noite de segunda-feira, é para a oposição um forte indicativo de que os republicanos estão fora do bloco adversário, liderado pelo senador Pedro Taques. Presidente do PDT estadual, deputado Zeca Viana, externou ontem sentimento de que o atual cenário aponta para a concretização da integração do PR no quadro da base aliada. “Não tivemos nenhuma conversa oficial, mas tudo indica que o PR com essa participação assídua no processo de debates do grupo da situação, não esteja mais com a oposição”, ponderou.

Os principais líderes do PDT, Taques e Viana, se reúnem neste fim de semana, para discutir os próximos encaminhamentos rumo às eleições. Esperam a consolidação do bloco, através dos principais aliados, o DEM do senador Jayme Campos, o PSDB do deputado federal Nilson Leitão, o PSB sob presidência do prefeito Mauro Mendes e o PV. O PTB de Chico Galindo é visto por Viana, como uma legenda que poderá somar forças “para o projeto de transformação de Mato Grosso”.

As críticas ao PR, que integra a base do governo Silval Barbosa, de insistir nos entendimentos com o PDT, também foram acentuadas na terça-feira pelo deputado federal Júlio Campos (DEM). Ele acredita que os planos da oposição passam por prejuízos com a “indefinição” dos republicanos. “Temos uma discussão em andamento que é um projeto de governo a partir de 2015. Se não temos um projeto definido, com os possíveis aliados, fica mais difícil dar andamento ao planejamento”, disse o parlamentar.

Leitão cobrou do PR uma decisão oficial sobre as tratativas. “É necessário trabalhar com avaliação sobre as reais possibilidades nessa movimentação da composição. O PR parece ter tomado um caminho, e deveremos reavaliar essa conjuntura”.

A imagem que os patifes estão fazendo do Brasil


A multinacional Adidas lançou, no mercado internacional, uma camiseta onde está desenhado no fundo verde e amarelo nádegas estilizadas, ao lado de um pênis também estilizado, embaixo os dizeres: Brazil. Eis a imagem que os patifes estão fazendo do País mundo afora, estimulando não o turismo esportivo, mas sexual. 

E o ministro dos Esportes, Aldo Rebelo (PC do B), não diz nada, fica olhando com cara de babaca com medo de desagradar os mafiosos da FIFA e seus patrocinadores. 

É a Copa da Máfia 2014. 

Eca!

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

A defensora dos bandidos brasileiros

Ela é a Ministra dos Direitos Humanos do Governo Socialista Brasileiro. Se um pai de família, se alguém decente é vítima de algum bandido, por mais bárbaro que seja o ato cometido, ela cala!

Mas se alguém: Polícia ou povo, prende um bandido e age com certo rigor ( que nos Estados Unidos ganham aplausos ) esta mulher se irrita e para em defesa os Bandidos e pede a punição severa dos homens de bem deste país. Ela é a cara da contradição legal e social. Ela é a cara de um governo socialista que tem à frente alguém que não sabe, sequer, dá um passo firme u falar uma frase certa ou com nexo.

PMDB, PR, PT e mais seis partidos não conseguem definir nomes durante reunião

Situação sem rumo definido
Rodrigo Meloni
Nem Blairo Maggi e Maurício Tonhá pelo PR, nem Lúdio Cabral ou o juiz federal Julier Sebastião da Silva pelo PT. O PMDB, que não tinha nenhum nome da sigla para apresentar durante reunião realizada na noite desta segunda-feira (24), continuou sem colocar na mesa nenhuma opção de peso.

Já o PSD e os outros cinco partidos que compõe a base de apoio da situação também não conseguiram definir quais nomes melhor representariam o grupo aliado em outubro deste ano.

A única escolha foi feita em torno do ex-governador Márcio Lacerda, que vai criar uma equipe de apoio no intuito de criar consenso em torno de um candidato ao governo, bem como de nomes para vice e senador.

O grupo formado pelo PMDB, PT, PR, PSD, PP, PC do B, Pros, PSC e PRB pode ser prejudicado pela demora na escolha daqueles que vão disputar as eleições. “Enquanto ainda estamos escolhendo quem vai coordenar equipe para criar plano de governo, o grupo da oposição já está viajando o interior em plena campanha, apresentando seu pré-candidato e suas propostas para os eleitores mato-grossenses”, alertou um dos integrantes do Pros, partido fundado pelo ex-presidente regional do PSB, deputado federal Valtenir Pereira.
O pré-candidato da oposição citado é o senador Pedro Taques (PDT), que aparece em algumas pesquisas eleitorais na preferência do eleitorado.

Pesquisa qualitativa
Para muitos integrantes dos nove partidos que compõe a base aliada do governo a solução mais rápida para o impasse que se criou em torno da escolha do nome que vai representar o grupo é realizar uma pesquisa qualitativa.

O objetivo é verificar qual candidato se sair melhor nesta pesquisa, e quais os ensejos da população. A coordenação da pesquisa ficará a cargo do secretário Estadual de Meio Ambiente, José Lacerda (PMDB) e do vice-governador Chico Daltro (PSD). O Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope) foi contratado para realizar a pesquisa.

PSD abandona o bloco formado pelo PMDB para pressionar Dilma

Da Agência Câmara
A bancada do PSD na Câmara dos Deputados informou em nota que não vai mais integrar bloco informal com outros partidos da base aliada.
Na última semana, o PSD chegou a participar de reunião com outros sete partidos aliados (PMDB, PP, PSD, PSC, PDT, PTB, PR e PROS) e um da oposição (SDD) para discutir a insatisfação com o governo e a possiblidade de atuação em bloco.
Na nota o partido reafirma que “as relações institucionais do governo com a Câmara precisam ser melhoradas e aperfeiçoadas no sentido de valorizar o trabalho e as iniciativas legislativas de seus parlamentares com a intensificação do dialogo mútuo.”
O texto é assinado pelo líder do partido na Câmara, Moreira Mendes (RO), e pelo presidente da legenda, Gilberto Kassab.

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Ponte velha cede ao peso de caminhão em rodovia que liga Juara a Sinop

Rodovia que liga Juara a Sinop
Mais uma cena que causa indignação e revolta nos moradores da região de Juara, interior do estado de Mato Grosso. O descaso é patente. Percebe-se claramente que a ponte de madeira está velha e sem receber manutenção em sua estrutura.

Não deu outra. Não suportando ao peso desse caminhão, se destruiu, causando enorme prejuízo ao proprietário, sem contar que ele (esse da foto) poderia ter perdido a vida. 

O que mais chama a atenção é que o município de Juara tem dois deputados estaduais. José Riva, ex-presidente da Assembleia Legislativa e Luciane Bezerra, casada com o ex-prefeito Oscar.

Todos os cidadãos que residem ou visitam essa região de Mato Grosso, percebe claramente que por aqui não há governo e nem interesse da classe política em pelo menos amenizar os problemas existentes, e neste caso, em relação às rodovias, por onde anualmente, se escoam milhares de toneladas de grão e gado para corte. 

Até quando, o interior de Mato de Grosso estará assim: abandonado? 

sábado, 22 de fevereiro de 2014

O blocão contra Dilma


O crédito da notícia é do jornalista Josias de Souza. Revela como o PMDB está enquadrando a  presidente Dilma (PT), em ano eleitoral:

“A semana termina com uma novidade incômoda para Dilma Rousseff. O condomínio partidário que dá suporte legislativo ao governo entrou em ebulição na Câmara. Deu-se na noite de quarta-feira (19). Num encontro que teve a participação de dois generais do PMDB — o presidente da Câmara Henrique Eduardo Alves e o líder da bancada Eduardo Cunha — representantes de nove partidos, oito dos quais governistas, decidiram reunir suas tropas num mesmo bloco.

Juntos, compõem uma infantaria de cerca de 290 votos num colégio de 513.

Os integrantes do bloco autoproclamaram-se ‘independentes’. Significa dizer que condicionarão os votos em plenário aos seus próprios interesses eleitorais, não às conveniências do Planalto.

O blog conversou com Henrique Alves na noite passada. Ele disse ter comparecido à reunião como ‘convidado’. Mas endossou a iniciativa. ‘Todo movimento que busca a afirmação dos partidos por meio da atuação na Câmara conta com o meu apoio. A presidenta Dilma faz o melhor para se reeleger. É lícito que os deputados queiram fazer o melhor para se reeleger também.’

Além do PMDB, estavam representados os pseudogovernistas PP, PR, Pros, PDT, PTB, PSD e PSC.  A novidade coincide com a reforma ministerial de Dilma, empacada há duas semanas.

Após promover na Esplanada as acomodações que interessavam ao PT, Dilma pisou no freio. O PMDB, seu principal parceiro, encontra-se no freezer há duas semanas. Foi contra esse pano de fundo que os supostos aliados da presidente decidiram isolar o PT na Câmara e priorizar os seus interesses em detrimento dos pedidos do governo. Generalizou-se entre os sócios do condomínio governista a impressão de que Dilma trata o seu partido de modo diferenciado.

Na fachada do governo, o PT e seus 17 ministérios. Nos fundões da Esplanada, o PMDB e o resto —em pastas que, além de tidas como “secundárias”, são compartilhadas com outras legendas e coabitadas por olheiros da presidente. Em nota, a bancada do PMDB abriu mão dos dois ministérios que ocupa: Agricultura e Turismo.

O PTB informou que também já não fazia questão de ocupar um ministério. E se Dilma concluir a reforma? Bem, nessa hipótese quem assume compromisso com ela é o partido, não a bancada. 

Dito de outro modo: Dilma pode levar o tempo de propaganda eleitoral dos partidos na tevê. Mas os deputados consideram-se desobrigados de votar com o governo em todas as matérias submetidas ao plenário. A ver.”

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

MANIFESTO DA MAÇONARIA: Vivemos um dos momentos mais difíceis de nossa história

O povo está sendo mantido na ignorância e sustentado por um esquema que alimenta com migalhas a miséria gerada por essa mesma ignorância. A tirania mudou sua face.

Já não encontramos os tiranos do passado que, com sua brutalidade, aniquilavam as cabeças pensantes, cortando o pescoço.

Os tiranos de hoje saqueiam a Pátria e degolam as cabeças de outra forma.

A tirania se mostra pela corrupção que impera em todos os níveis.

Encontramos mais viva do que nunca as palavras do Imperador Romano Vespasiano, que na construção do Grande Coliseu disse:“DAI PÃO E CIRCO PARA O POVO”.

Esse grande circo acontece todos os dias diante de nossos olhos,especialmente sob a influência da televisão, que dá ao povo essa fartura de “pão” e de “circo”.

Quando pensamos que a fartura acaba, surgem mais opções.

Agora vemos a Pátria sendo saqueada para a construção de monumentais estádios de futebol, atualmente chamados de arenas, nos moldes do que era o Coliseu, uma arena.

Enquanto isso os hospitais estão falidos, arruinados,caindo aos pedaços.

Brasileiros morrem nas filas e nos corredores desses hospitais; já outros filhos da Pátria morrem pelas mãos de bandidos inescrupulosos que se sentem impunes diante de um Estado inoperante, ineficiente e absolutamente corrompido.

Saúde não existe, educação não há, segurança, muito menos.

Porém, a construção dos “circos” continua!

Mas o pão e o circo também vêm dos “Big Brothers”, das “Fazendas”, das novelas que de tudo mostram, menos os verdadeiros valores e virtudes pessoais.

Quanto mais circo, mais pão ao povo.

E o mais triste é que o povo, mantido na ignorância, é disso que mais gosta.

Nas tardes, manhãs e noites, não faltam essas opções de “lazer”.

O Coliseu está entre nós.

O circo está entre nós.

Já o pão, esse vem do bolsa isto, do bolsa aquilo, mantendo o povo dependente do esquema, subtraindo-lhe a dignidade e a capacidade de conquistar melhores condições de vida com base em suas qualidades, em seus méritos, em suas virtudes.

Agora, o circo se arma em torno do absurdo que se coloca à população de que o problema de saúde é culpa dos médicos.

Iludem e enganam o povo, pois fazem cair no esquecimento o fato de que o problema de saúde no Brasil é estrutural, pois o cidadão peregrina sem encontrar um lugar digno, nem mesmo para morrer.

Então, absurdamente, em desrespeito aos filhos da Pátria, são capazes de abrir as portas para profissionais estrangeiros, alguns poucos não cubanos.

Os tiranos têm a audácia de repassar R$ 40.000.000,00 mensais que são sangrados dos cofres públicos para sustentar um outro governo falido e também tirano, o cubano; um dinheiro sem controle e sem fiscalização.

Os pobres profissionais que de lá vêm, não têm culpa.

É um povo sem liberdade, sem direito de expressão, escravo da tirania.

Esses médicos recebem migalhas daquele governo.

Mal conseguem sustentar a si e a seus familiares.

Os R$ 40.000.000,00 que serão mensalmente enviados para Cuba solucionariam o problema de inúmeros pequenos hospitais pelo interior deste País.

Mas não é a isto que ele servirá.

Nós estamos a financiar um trabalho explorado, escravizado,de profissionais que não têm asseguradas as mínimas condições de dignidade de pessoa humana, porque simplesmente não são homens livres.

E nós, brasileiros, devemos nos envergonhar de tudo isto, porque estamos sendo responsáveis e coniventes por sustentar todo esse esquema, todos esses vícios, comportando-nos de maneira absolutamente inerte.

Esses governantes, que tanto criticam o trabalho escravo, também não esclarecem à população o fato de um médico brasileiro receber o mísero valor de R$ 2,00 por uma consulta pelo SUS.

Do valor global anual que recebem, ainda é descontado o Imposto de Renda,através de uma escorchante tributação sobre o serviço prestado,que pode chegar ao percentual de 27,5%.

Em atitude oposta, remuneram aqueles que não são filhos da Pátria, os estrangeiros, com o valor de R$ 10.000,00 mensais por profissional, cabos eleitorais desses governantes.

Profissionais da saúde no Brasil, servidores públicos de carreira, à beira da aposentadoria, com dedicação de uma vida inteira, receberão quando da aposentadoria metade do valor pago ao estrangeiro.

Não podemos aceitar a armação desse circo,em cujo picadeiro o povo brasileiro é o palhaço !

A Maçonaria foi a grande responsável por movimentos históricos e por gritos de liberdade em defesa da dignidade do homem.

Foi por Maçons que se deu o grito de Independência do Brasil,da Proclamação da República, da Abolição da Escravatura.

Foi por Maçons que se deu o brado da Revolução Farroupilha.

E o que está fazendo a Maçonaria de hoje ao ver o circo armado,com a distribuição de um pão arruinado pelo vício que sustenta essa miséria intelectual ?

Não podemos ficar calados e inertes !

A Maçonaria, guardiã da liberdade, da igualdade e da fraternidade, valores que devem imperar entre todos os povos, precisa reagir, precisa revitalizar seu grito,seu brado para a libertação do povo.

Esse é o nosso dever, pois do contrário não passaremos de semente estéril, jogada na terra apenas para apodrecer e não para germinar.

A Loja Maçônica Acácia das Neves incita a todos os Irmãos: para que desencadeemos um movimento de mudança, de inconformismo, fazendo ecoar de forma organizada, a todas as Lojas e os Maçons desta Pátria,o nosso dever de cumprir e fazer cumprir a nossa missão de levantar Templos à virtude e de cavar masmorras aos vícios.

Assunto: CARTA DA LOJA MAÇÔNICA ACÁCIA DAS NEVES Nº 22
Prioridade: Alta

Caros Irmãos, Concordando com as palavras desta manifestação da Loja Acácia das Neves de São Joaquim, recomendamos a leitura e a divulgação entre os Irmãos e principalmente entre nossos contatos no mundo profano.

Fraternalmente,

Alaor Francisco Tissot
Grão-Mestre - GOSC

ESTA MENSAGEM ESTÁ ABERTA A TODOS OS BRASILEIROS, POIS É CLARA E VERDADEIRA.

CARTA DA LOJA MAÇÔNICA ACÁCIA DAS NEVES Nº 22


ORIENTE DE SÃO JOAQUIM – FILIADA AO GOSC