quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Quem está bancando o crime nas ruas?



Ao ser preso acusado de atirar o rojão que matou o cinegrafista da Bandeirantes Santiago Andrade, o jovem Caio Silva de Souza fez uma revelação que assusta a sociedade: jovens estão sendo aliciados para participar das manifestações de rua em todo o País.

O preso foi enfático: “Eles (os jovens) recebem até ajuda financeira, uma espécie de mesada para participarem dessas manifestações. Eles são aliciados.” São grupos, partidos e movimentos sociais que “compram” os inocentes para reforçarem o barulho.

Os “contratados” são jovens pobres, da periferia das grandes cidades, que cedem a necessidade de ter alguns trocados no bolso, segundo Caio.

A denúncia é grave.

Mais do que isso: se verdade, mostra o lado marginal de uma porção criminosa que se aproveita do momento para aterrorizar a sociedade.

A revelação feita pelo acusado de matar o cinegrafista da Bandeirantes exige uma investigação profunda – e imediata – para identificar os bandidos que estão por trás das manifestações criminosas. É preciso agir logo, com extrema rapidez, haja vista que esses grupos estão se preparando para aterrorizar o País durante a Copa do Mundo.

É bem verdade que já existe uma linha de investigação, silenciosa, para identificar os grupos organizados, o que comprova que o sistema de inteligência do governo já sabia da existência desses bandidos. Agora, porém, o caso se materializa pela denúncia de um participante, Caio Silva, dando o suporte necessário para o aparelho oficial reagir em defesa do País.

É preciso atacar com firmeza, não cabendo o recuou, na certeza de que terá o apoio da sociedade. Ninguém, absolutamente ninguém, de boa índole, honesto e responsável há de aprovar essas manifestações que depredam o bem público, destroem agências bancárias, lojas, postos policiais e matam pessoas inocentes.

Os brasileiros entendem que as manifestações populares são essência de um estado democrático de direito. E são. A violência, não. Ela deve ser combatida, em sua origem. Daí, a missão de tirar de linha os grupos, partidos e movimentos sociais que enveredaram pela ação criminosa

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