terça-feira, 21 de outubro de 2014

Vício pela internet e por eletrônicos é semelhante à dependência química

Facebook, Instagram, Snapchat, WhatsApp, RPG, Candy Crush, Ask.fm, Secret… As tentações virtuais são diversas e surgem a uma velocidade difícil de acompanhar. Enquanto a maioria das pessoas faz uso moderado para se comunicar ou entreter, muitas caem na trama on-line e não conseguem se desconectar. O vício tecnológico é um problema sério, semelhante às dependências químicas, alertam especialistas. De acordo com psiquiatras e psicólogos que debateram o tema no congresso anual da Associação Brasileira de Psiquiatria, realizado na semana passada em Brasília, um agravante é que, diferentemente de álcool e drogas, esse ainda é um campo desconhecido.
O Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM), considerado a bíblia da psiquiatria, inclui a dependência em jogos eletrônicos na sessão III, indicando que ainda são necessários mais estudos a respeito. Já a fixação em redes sociais e mensagens instantâneas é um fenômeno tão novo que ainda não entra na classificação — oficialmente, o termo usado para diagnóstico é uso problemático das tecnologias.

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